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Saturday, March 20, 2010

Distância sentimental.

(Guimarães Rosa)
"Mesmo ao sonhar contigo,
só consigo que me ames noutro sonho
dentro do meu sonho primitivo..."
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Fui! chau :*

Saturday, March 13, 2010

Uma situação hilária.

Hoje, após o término do culto jovem na igreja, minha prima pediu para vir pra minha casa no carro do meu pai. Detalhe: ela é beem pirralha. No caminho de volta, começou a parte mais engraçada da história.

E.: Tio, sabia que tenho aula de inglês no colégio?
Painho: É mesmo?
E.: É.
Painho: O que você sabe falar em inglês?
E.: Hmm... eu sei falar inglês.
Eu: Fala alguma coisa em inglês pra gente...
E.: Tá certo.
Painho: O que quer dizer "I love you"?
E.: Ah, eu sei sim... não é aquele negócio que parece com um violão?...
(risos de todos)
Irmã de E.: "I love you" significa EU TE AMO.
E.: Sei falar inglês sim, mas me esqueci do que a professora falou.
Mainha: Sabe cantar em inglês?
E.: Sei, a música do violão.
Irmã de E.: Ela fez foi quebrar os dois DVDs de música em inglês lá de casa.
Eu: Mein Gott, ¬¬
[...]
Irmã de E.: E agora deu... ela está é cismando com o violão.
Eu: (risos.)
[...]

Confesso a você que não queria rir... mas ver a tamanha ingenuidade de uma criança é muuito engraçado. Por outro lado, as admiro devido a espontaneidade que têm de falar algo. Pode ser a maior besteira do mundo, ou até mesmo a conversa mais sem nexo que você já escutou: não se aquietam até ter falado o que bem queriam. Já vejo que terei mais histórias engraçadas dela daqui pra frente... E o que farei?! É simples demais responder: vou contar todas quando ela estiver mais ou menos na minha idade. HAHA
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Fui! chau :*

Friday, March 12, 2010

Amizade.

- Oi, alta.
- (risos.)
- É uma fé alta. (risos)
- (risos.)
- Você é enorme.
- Você também é.
- Que dizer... tem um coração enormee.
- Mas sou baixinha de estatura por um simples motivo...
- Genética?
- Não.
- Por que?
- Pra caber no coração de todo mundo. *-*
- Ah, sim... (risos)... gostei da resposta. Você já cabe no meu, na parte VIP.
- :$. Você também.
- x)

"A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências..." (Vinícius de Moraes)

Existe coisa melhor do que amigos que entendem o que a gente sente, fala a mesma linguagem do nosso coração, ri quando a gente ri, chora quando a gente chora...?
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Fui! chau :*

Monday, March 8, 2010

Hoje, 8 de março.

"Toda mulher tem no seu íntimo uma magia de fazer acontecer, de dar um jeito, de dar o peito, dar um colo, de fazer bem feito." (Carolina Salcides)

Achei bastante genial a frase a qual decidi começar este post. Fugi um pouco do script da semana, mas não podia deixar de escrever alguma coisa aqui para homenagear. Parando de enrolação, vou direto ao assunto. Pois é, mulheres, hoje é o nosso dia. É louvável comemorar, mas ainda temos MUITO o que exigir para melhorar pro amanhã. Confessarei uma coisa: ainda tento entender o motivo de ser em escala mundial apenas por ser, porque de certa forma faz lembrar a história que muitos conhecem até de trás pra frente das mulheres mortas por um incêndio dentro de uma fábrica de tecidos na Europa, exatamente em 8 de março. Acho uma hipocrisia tratarem super bem no dia 8 de março, e serem diferentes nos outros 364 dias do ano. É muita cara de pau. ¬¬

Os homens, para variar, reclamam de não terem uma data especial como nós... mas, parando pra pensar, todo novo nascer do sol é o dia deles. Eles têm mais vez no mercado de trabalho (hoje até que o quadro está começando a mudar, mas ainda predomina o machismo em certas áreas profissionais), são mais lembrados (um exemplo bem prático você encontra na lista de todas as pessoas as quais receberam o Prêmio Nobel: a maioria esmagadora é do sexo masculino), são considerados mais inteligentes (discordo dessa falácia. Todo mundo, SEM EXCEÇÃO, é inteligente; difere apenas no tipo de inteligência mais habilitada a fazer), etc e blá blá blá.

Pra não deixar por menos, vou dar a revanche: as mulheres são 56% da população universitária no Brasil atualmente, têm mais facilidade de perceber as coisas, são as ÚNICAS capazes de gerar a vida, são mais focadas quando têm um objetivo determinado... siim, também são essencias aos homens, mesmo sendo taxadas e rotuladas de "ser humano de mais difícil compreensão". Apesar de ignoradas em certas coisas ou anuladas em outros lugares, temos um papel fundamental na sociedade. Somos frágeis sim, mas não o tanto quanto pensam muitos por aí. Podemos até ser fisicamente em desvantagem em relação aos homens, mas as nossas forças de vontade e de espírito superam qualquer limite.

Não posso deixar de salientar também que às vezes é difícil ser mulher. Já foi bem pior, porém ainda podemos ver nos dias de hoje alguns traços dessa cultura anteriormente disseminada. Aos poucos estamos vencendo esses paradigmas, embora o trabalho de termos mais dignidade esteja apenas começando... Bem entendo que esses problemas sempre existirão. Mesmo assim, pretendo continuar lutando pelos direitos que posso e devo ter.

Em suma, fico feliz por entenderem (mesmo às vezes superficialmente) que nós temos a mesma capacidade de ser alguém na vida quanto os homens. Ainda somos vítimas de preconceito sexual, todavia tenho esperança num amanhã mais justo para ambos os sexos. Parabéns a todas as senhoras e senhoritas, do meu Brasil e do mundo.
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Fui! chau :*

Friday, March 5, 2010

Hora do almoço.

Na quarta-feira desta semana fui a um restaurante self-service vegetariano para almoçar. Nesse horário, qualquer um sabe, é comum estar com muuita gente dentro de um estabelecimento alimentício. Ao chegar, revi uma amiga minha que não reencontrara desde o carnaval deste ano. Falei com ela, logicamente, mas fui breve.

Ok, vamos em frente na história. Fui, em seguida, organizar meu prato para finalmente saciar a vontade de comer. Num certo instante, minha irmã se aproximou de mim e perguntou alguma coisa. Só sei que nesse instante o espirro inventou de sair de mim. Obviamente desviei o rosto da bancada de comida para espirrar (quem gostaria de comer algo que está acompanhado com gotículas de espirro? Certamente ninguém, e eu mesma não pegaria...). Aqui é que começa o problema: quando abri os olhos, tinha uma jovem bem na direção em que espirrei. Não a tinha visto exatamente ali (não vou descrever como ela era por dois motivos: [1] podem pensar outra coisa de mim, e [2] não me lembro bem do fenótipo dela. Lembro-me apenas que era mais morena que eu.). Bastou apenas ela esticar a perna esquerda e olhar pra mim para eu entender o que estava sentindo a meu respeito naquele momento. E mais: disse "Nossa..." num tom bem irônico, como se eu tivesse feito de propósito. Obviamente já iria pedir desculpas logo em seguida, mas a fala dela saiu mais rápido que a minha.

Depois de ter terminado de arrumar o prato para comer, confesso que ainda me senti culpada... e por que não muito chateada também? Ninguém escolhe a hora que vai espirrar, mas dessa vez foi meio que constrangedor. Não era minha intenção espirrar nela (e nunca foi com ninguém), mas o incidente aconteceu. Confesso que ainda estou um pouco chateada com isso, mas tenho fé que conseguirei superar.
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Feliz sábado para todos.
Fui! chau :*

Friday, February 26, 2010

Amo.

Amo os idiotas, porque sabem como ter a ingenuidade de uma criança.
Amo as crianças, porque são totalmente sinceras.
Amo os honestos, porque procuram sempre manter a consciência tranquila.
Amo os inconvenientes, porque não têm vergonha de falar – mesmo que seja a hora errada.
Amo os que choram, porque o choro comove até o coração mais duro de todos.
Amo a noite, porque me faz sentir falta da luz do dia.
Amo meu travesseiro, porque nele enterro minhas incertezas.
Amo a brisa, porque leva embora o que não me interessa ter por perto.
Amo o silêncio, porque é a melhor resposta para muitas coisas.
Amo a música, porque me ajuda a evacuar as coisas fúteis.
Amo a saudade, porque me faz notar quão importante é a sociabilidade.
Amo a sociabilidade, porque viver só não tem graça nenhuma.
Amo a reciprocidade, porque me sinto bem em perceber que também sou amada.
Amo as brincadeiras, porque sempre têm alguma verdade implícita.
Amo o papel e o lápis, porque não se esquecem dos pensamentos brilhantes.
Amo as páginas de um livro, porque viajo nos pensamentos para bem longe.
Amo a expectativa, porque a esperança é a última que morre.
Amo a vida, porque ela existe apenas uma vez por pessoa.
Amo a natureza, porque carrega consigo o máximo grau de pureza e beleza.
Amo a liberdade, amo ser eu. Simplesmente isso, e nada mais.
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Bom sábado e final de semana para todos!
Fui! chau :*

Monday, February 15, 2010

Japoneses cantando em... portunês.


Passou ontem, no Fantástico, essa reportagem do grupo japonês Y-no (matéria completa). São natos de lá, mas cantam nos ritmos pagode e samba, beem típico daqui do Brasil. Achei uma graça (é hilário e interessante ao mesmo tempo devido ao sotaque)! Não falam o português tãão fluente, mas sabem a palavra na hora de soltar a voz. Bem, tem algumas palavras que não existem mesmo no nosso vocabulário (os famosos neologismos...), e ainda tem alguns erros gramaticais, mas confesso que virou mimoo, *-*

[Blog/website oficial deles]
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Fui! chau :*

Sunday, February 14, 2010

Valentine's day.

Hoje é 14 de fevereiro (dãã, novidade! ¬¬). Nos países de língua inglesa, comemoram essa data como se fosse o nosso 12 de junho, dia dos namorados. Por trás do nome "Valentine's day" há uma história... inclusive já ouvi várias vezes, mas não me interessa contá-la. O impressionante é a forma a qual comemoram a data: todos participam da festa (independente de ter ou não um/a partner), enquanto no nosso calendário é mais restrito aos que têm um/a partner pra passear e tudo o mais que bem quiser. Só pra encurtar o texto e tirar menos tempo de sua leitura e de minha escrita, desejo um enorme happy Valentine's day, *-*
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Fui! chau :*

Saturday, February 13, 2010

Ferida aberta.

As coisas prometem mudar drasticamente de hoje em diante. E, como consequência, o normal jaz. Tudo por causa de um simples cisco no olho... acabou! Perdi a vontade de abrir o jogo, e menos ainda de falar como levei o dia. Sei que é essencial falar, mas simplesmente prefiro arranjar um buraco pra chorar a bater papo como se nada tivesse acontecido. Sei que preciso ser como uma criança, mas a verdade é que fica difícil manter uma coisa que não existe mais depois que o castelo desmoronou. Sei muito bem que uma criança se chateia e instantes depois volta ao normal, mas “não consegui” voltar ao normal. Tento agir como uma pessoa normal, mas o que vejo é que minhas tentativas sempre fracassam. Aí sempre vem aquele velho papo que me irrita de vez e nunca sai de moda... a mim sempre basta apenas uma gota d’água para explodir (talvez seja esse o ponto que melhor merece reparos). Aos poucos, vou deixando as coisas sem credibilidade tomarem conta de mim, mas isso não tem nada de normal. Por que será que estou valorizando tanto? Será que é porque sou sempre criticada? Bom, talvez... O que me interessa realmente é apenas uma coisa: quero ser vista como um ser humano, não como uma criancinha de 5 anos. Quantas vezes vou precisar lembrar que cresci e sou consciente do que faço? Só peço que respeite meu espaço (mesmo não aparentando ter), e assim serei imediata em também fazê-lo. Cansei de escutar coisas sem graça ao meu respeito e eu não fazer nada e muito menos ter chance de me defender. Aliás, prefiro ficar na minha para não falar besteira.  Sei que estraguei tudo, mas nunca quis que isso acontecesse. Na verdade, não quero mais falar sobre isso porque assim vou ficar mais magoada ainda com a situação. Só deixo um recado: se quer que eu escute o que fala, primeiro faça o favor de me chamar em particular pra me poupar de escutar comentários indesejados, tá? Se fizer apenas isso ao falar algo sobre mim que incomoda, agradeço do fundo do meu coração.
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Fui! chau :*

Friday, February 12, 2010

Carnaval, como sempre desde sempre.

Qualquer um sabe que é uma das festas populares mais comemoradas nos quatro cantos do Brasil. Bem, eu não curto porque não sou muito chegada e também por causa da minha religião. A única parte boa desse período é que fico junto dos meus amigos da igreja. Só que este ano desandou a possibilidade de acampar porque os desbravadores estão no campori até o dia 15 (e levou praticamente metade dos membros pro evento). Resultado: estou condenada a ficar o tempo todo em casa (que ótimo! ¬¬).

Pra variar, não dá certo estudar com barulho marcando presença. Todo mundo sabe disso. Na rua onde moro tem uma escola para pirralhos (não vou citar nomes por questão de privacidade), e todos os anos ela reúne todos os professores e alunos (sempre acompanhados dos pais). O barulho é tão forte que é capaz de acordar as pessoas que estavam dormindo (isso já aconteceu comigo uma vez...). O que me deixa intrigada é que seempre deixam a rua "cuidadosamente" enfeitada com confetti, e o barulho irritante só para um pouco antes de meio-dia (ninguém merece!). Pelo menos dá pra ver a alegria estampada no rosto das crianças.

Pra mim, o carnaval deste ano tornou-se sinônimo de pedir-para-o-tempo-passar-logo. Como assim? As razões são simples: menos tédio, menos tempo de espera para rever os colegas, mais tempo fora de casa, menos violência nas ruas, entre outros. Bom carnaval para os foliões e bom retiro para quem vai acampar. Antes de qualquer coisa, aproveitem o máximo que puderem (com responsabilidade), ok?
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Fui! chau :*