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Thursday, December 31, 2009

Como estou indo...

AFF, essas presidérias (presídio + férias) estão me sufocando MUUITO. Só saí de casa no natal, nos sábados e pra tirar umas fotos de minha irmã no Francisco Brennand. O resto do tempo foi em casa mesmo... estou me sentindo gorda, deprê (porque está muuito raro encontrar alguém on pra conversar no msn, e se encontro sou obrigada a ficar off), e pra piorar: SOZIINHA (mesmo com gente dentro de casa!). :~

De uns dias pra cá só tenho chorado bastaante, saabe. Só paro temporariamente quando ocupada com alguma coisa que mate tempo (tipo, lavar prato, assistir TV, mexer no PC,...). :x

Siim, tenho comido mau também... não consigo mais ter apetite direito. Como alguma coisiinha de manhã (é só fruta - às vezes bato suco quando tenho uma vontaade daqueelas), como pouco na hora do almoço, e só faço tomar leite (ops! extrato) de soja à noite. Sei que essa rotina está fazendo mal pra mim, mas não estou ligando muuito. Tenho tido preguiça também até mesmo pra cuidar de mim mesma! ¬¬

Novidades? tenho siim. Levei ponto de corte em filosofia no vestiba normal da UPE, zerei a prova de inglês da UFPE (não queria falar isso, mas relevem ¬¬ - LOL), recebi o certificado de láurea acadêmica na formatura (fui a ÚNICA menina da turma do 3o ano a receber, e fiquei em 3o lugar com a média anual 8,9. Em segundo ficou Samuel, e em primeiro ficou Nestor - e ainda rasparam a cabeça dele porque passou no vestiba de engenharia da computação da UPE), finalmente consegui ver as fotos que tirei pra minha festa d 15 anos (quase 3 anos depois!), ganhei um par de sandálias havaianas azul na aula da saudade (ainda não tive coragem de usar pros dizeres não saírem ¬¬) além de uns stickers com um copo montável e borracha e lápis de escrever (daqueles que troca a ponta), perdi o contato com uns amigos meus desde os primeiros dias de presidérias (presídio + férias), e o resto é mesmice. Mas, apesar disso tudo, ainda consigo levar minha vida de forma light, :)

Bom, vou parando aqui porque não dá pra começar o ano novo lamentando da vida, né? :D
Espero que esse ano que começa amanhã seja cheiinho de realizações pra todo muundo e muuita paz (principalmente a que Deus oferece) irradie a vida de vocês. *-*
Feliz vida nova, feliz 2010! :D
Fui! chau :*
Fiquem com Deus.

Wednesday, December 30, 2009

Mensagem de Ano Novo, :)

Essa grande festa de Ano Novo, ensaia um desejo muito grande de ver todos os seus sonhos realizados e todas as esperanças renovadas para o novo momento. Uma nova etapa que se apresenta cheia de encantos e novidades.

Proponho que deixe a alegria despertar seus sentimentos e seu entusiasmo pela vida. Estamos tendo a oportunidade de refletir sobre tudo que vivemos e diantes desse novo ano que se inicia, temos duas opções.

Ou arrastamos nossas experiências e entramos carregados de lembranças e pendências no próximo ano, ou deixamos tudo para trás, e aproveitamos o momento de recomeço para iniciarmos uma nova caminhada em busca da felicidade.

Espero que você escolha o melhor e que consiga realizar todos os seus sonhos. Quero que chegue até você, a brisa amiga da felicidade, quero que as luzes deste ano novo, iluminem seus sonhos e que a alegria desse dia possa ser compartilhada com as pessoas que fazem parte de sua vida.

Um grande abraço e Feliz Ano Novo.
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Feliz ano novoo pra todo mundoo, *-*
Fui, chau :*

Thursday, December 24, 2009

Redação.

(é do ENEM que vazou. Fiz essa também :D)
Tema: Valorização do idoso

Problemas da Melhor Idade
De acordo com o artigo 3⁰ do Estatuto do Idoso, toda pessoa de terceira idade tem direito a saúde, alimentação, educação, cultura, esporte, lazer, liberdade, dignidade, entre outros. Será mesmo que elas usufruem de fato disso tudo? Os cidadãos como um todo parecem não enxergar que um dia assim também serão.

Na sociedade, são considerados “arquivo morto”. Já não têm o mesmo vigor de antes; cansados estão devido ao acúmulo de batalhas enfrentadas durante a vida. Apesar de terem um descanso merecido, ainda não têm seus direitos devidamente respeitados.

Aos poucos, a quantidade de pessoas com cabelos grisalhos aumenta proporcionalmente no mundo; a de aproveitadores também. No Brasil, por exemplo, há os que “sugam” o benefício mensal do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) de maneira errônea; desviam essa singela quantia para outros fins. Ainda existe os que abrigam eles em asilos sem o interesse de visitar depois.

Em contrapartida, os que alcançam essa faixa etária aparentam se divertirem mais. É como se tivessem nascido novamente e começado a reaproveitar a vida. Tem também os que procuram atividades para manterem-se ocupados, e não se importam com o tempo gasto. O mais importante, apesar da idade avançada, é ter cuidados especiais para com eles. Ser idoso não é tão ruim quanto parece; basta viver de forma sensata.

A realidade que se vê é o aumento do desrespeito para com essas pessoas. Teoricamente, seus conselhos deveriam ser ouvidos pelos mais jovens. Como já passaram por muitas experiências, poderia até transformar a vida deles num livro. Ou, quem sabe, incluí-los na realidade atual. Antes de qualquer coisa, é necessário paciência e carinho, pois fazem parte da história dos descendentes.

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Feliz natal e um ótimo 2010 para toodos! :D
Fui! chau :*

Tuesday, December 22, 2009

Minha redação da UFPE.

(é carta argumentativa, ok?)

Recife, 28 de novembro de 2009.

Prezado Editor,
o objetivo deste é parabenizar o texto sobre o muro de Berlim e, simultaneamente, contestar a carta redigida por um dos leitores deste jornal. Concordo que o monumento era sinônimo de desigualdade, desprezo e desumanização. Embora a realidade de nosso cotidiano não seja assim como gostaríamos, é importante ressaltar o significado de sua queda.

De fato, nunca houve em nosso país muros construídos com tijolos e cimento para dividir a nação por questões políticas. Mesmo assim, eles existem de forma invisível. Por incrível que pareça, também estamos inseridos nesse meio. Creio no nosso dever, como cidadãos, de aniquilar tudo que atrapalhe o nosso convívio com os outros - inclusive os desfavorecidos.

Ao meu ver, o ocorrido há vinte anos ainda não foi entendido. Obviamente foi o ponto final de uma "quase-guerra"; todavia, o mundo, ao menos, aparenta não ter revisto os valores repassados à sociedade, e muito menos se sensibilizado para mudar o necessário. Ou melhor, procurar a formação de pessoas mais justas.

Em suma, não descarto as várias interpretações a respeito deste assunto. O fato o qual comemoramos contém muitas verdades para nos ensinar para um amanhã bem melhor. Confesso que ainda não me satisfiz com as (pequenas) mudanças feitas desde aquela época, embora tenha esperança de ser ouvida. Enquanto isso não acontecer, não devemos nos calar. O futuro depende de nós.
Atenciosamente,
R. M. S.

Tema:
"Novembro de 2009. O mundo respira aliviado e celebra vinte anos sem o muro de Berlim. O que se celebra, na verdade, não é a queda de uma parede de tijolos ou de um monumento, mas o fim de tudo o que essa parede simbolizava. Entretanto, enquanto o mundo comemora a queda do muro de Berlim, também lamenta a existência e o surgimento de novos “muros” no mundo contemporâneo: os de tijolos, como os construídos por Israel, na Cisjordânia, ou pelos Estados Unidos, na fronteira com o México; e, ainda, os “muros simbólicos e invisíveis”, não feitos de tijolos, mas tão cruéis e desumanos quanto aqueles outros, porque erigidos com a mesma finalidade: separar, segregar, discriminar, e impedir a convivência e a tolerância frente às diferenças entre povos e nações."

Das duas propostas, desenvolvi a que era para me posicionar a favor ou contra um suposto leitor que apresentou a ideia de que “no Brasil, nem houve nem há muros que segreguem ou discriminem as pessoas” em forma de carta argumentativa. No meu caso, fui contra a opinião dele, explicando os motivos para tanto.
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Fui! chau :*

Thursday, December 17, 2009

Minha redação da UPE.

Tema: Ser capaz e ser feliz depende de cada um de nós

Procura da felicidade
Ser feliz... quem não gostaria? Vivemos em constante oscilação, porém isso não nos impede de “sacudir a poeira” em meio às dificuldades. A capacidade de superá-las é um grande avanço.

Sendo realista, o sonho de ter uma vida tranqüila num mundo como o nosso é praticamente uma utopia. É inevitável conter todos os problemas. Há os que conseguem amenizar o impacto, todavia nunca estaremos totalmente imunes disso enquanto respirarmos.

Há tempo para tudo. Por que existe o chorar e o sorrir? Simples, para expressarmos o que se passa no coração em certos momentos. Não só chorar e sorrir, como também abraçar, olhar, etc. São tantas as formas de demonstrar... a razão para tudo isso é, muitas vezes, a procura do bem-estar tanto interior quanto exterior.

Como diz um dito popular, nem tudo na vida é um mar de rosas. O diferencial é a forma a qual enxergamos as coisas e nos prontificamos para enfrentar. O mais importante de tudo é, na verdade, percebermos os benefícios proporcionados - mesmo quando aquilo não nos faria bem no cotidiano e na vida pessoal.

Reservar um pouco do tempo para si indubitavelmente é importante. O equilíbrio da mente é fundamental tanto para o corpo quanto ao meio social em que estamos inseridos. Curtir o bom do viver a nós oferecido de forma sensata é a chave do sucesso. Mas as buscas das respostas aos nossos questionamentos não podem - nem devem - parar nunca. Só seremos feliz de fato quando conseguirmos entender a nós mesmos.

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Copiei no meu CCI, pena que não foi corrigida, :~
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Fui! chau :*

Friday, December 11, 2009

5 de dezembro de 2009.

Acordei como qualquer outro dia: minha mãe me chamando, com um copo d'água na mão. Mas esse dia foi duplamente diferente: não fui à igreja, e era primeiro dia de prova do ENEM. "Aff, o bendito dia chegou! ¬¬", pensei.

Depois de algumas horas, cheguei ao local de prova, antes mesmo dos portões serem abertos. Um pouco antes de entrar na sala na qual faria a prova, encontrei algumas pessoas conhecidas. Além disso, ainda dei uma olhadinha rápida nums papéis afixados na coluna do prédio, onde estava a lista com os nomes das pessoas e em qual andar e sala fariam o exame. Entrando no elevador, mais pareceu que bebi água de chocalho "pra quebrar o gelo". Só sei que depois ri de mim mesma (ué, por que não? rsrsrs).

Ao entrar na sala, havia três pessoas (tirando os fiscais). Depois de entregar a ficha sócio-econômica e mostrar a documentação necessária, não pude mais sair da sala. Só dei uma olhada rápida pela janela, e sentei-me logo em seguida. Não demorou muito, comecei a conversar. E, aos poucos, foi chegando mais gente.

Houve um probleminha entre o pessoal da sala e os fiscais. Chamaram duas vezes os supervisores para esclarecer algumas coisinhas. Eram taantos fricotes: não podia cantar, falar, ficar de pé, encostar na janela, usar relógios e muito menos ler. Só faltava virar estátua e robô em frente de tantas proibições. Pelos menos liberaram a leitura da Bíblia e dos livros que alguns levaram.

Qualquer um sabe que é difícil conter a conversa quando há um aglomerado significativo. Na sala não foi diferente: os fiscais ficavam pedindo silêncio quase o tempo todo, mas o povo não se calava por muito tempo. Também não vou omitir que não comentei sobre a lição da ES... ainda cantei alguns hinos conhecidos da igreja junto com os que estavam fazendo isso, e também oramos e lemos o Salmo 46. Bem, isso tudo nas duas primeiras horas... Obviamente não faltou impaciência, risadas, olhares, ordens para reduzir o volume de voz, etc. Foi tudo tão monótono... além disso, bateu desânimo no pessoal certos instantes, mas lá estávamos firmes e fortes.

Na sala em que fiz a prova havia gente conhecida: Nestor, Rafael, Rebeka, Poli, Raísa, Paulo André, Priscila F., Priscila L., Milla, Bete e Nicolle. E, claro, conheci outras caras novas, né? Siim, quase ia esquecendo de falar: eu e Poli levamos o livro "Tempo de Esperança", escrito por Mark Finley, e damos um para cada fiscal lá da sala. Na dedicatória copiei a passagem de Números 6:24-26; Poli, um trecho do Salmo 46. Ambos os receptores da literatura ficaram felizes.

Em suma, ficamos 6h trancados na sala, fazendo "nada". Sair? só ao banheiro, e companhado do fiscal. Enquanto isso, fiquei escrevendo mais ou menos o que está escrito neste post numa folha de fichário. Claaro, tinham também os "olhudos do relógio" pra verificar a hora. Um pouco antes do pôr-do-sol, cantamos algumas músicas, oramos, e finalmente fizemos a prova, das 17h30 até as 22h. Ufa... esse dia foi cheio!
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Fui! chau :*