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Friday, December 11, 2009

5 de dezembro de 2009.

Acordei como qualquer outro dia: minha mãe me chamando, com um copo d'água na mão. Mas esse dia foi duplamente diferente: não fui à igreja, e era primeiro dia de prova do ENEM. "Aff, o bendito dia chegou! ¬¬", pensei.

Depois de algumas horas, cheguei ao local de prova, antes mesmo dos portões serem abertos. Um pouco antes de entrar na sala na qual faria a prova, encontrei algumas pessoas conhecidas. Além disso, ainda dei uma olhadinha rápida nums papéis afixados na coluna do prédio, onde estava a lista com os nomes das pessoas e em qual andar e sala fariam o exame. Entrando no elevador, mais pareceu que bebi água de chocalho "pra quebrar o gelo". Só sei que depois ri de mim mesma (ué, por que não? rsrsrs).

Ao entrar na sala, havia três pessoas (tirando os fiscais). Depois de entregar a ficha sócio-econômica e mostrar a documentação necessária, não pude mais sair da sala. Só dei uma olhada rápida pela janela, e sentei-me logo em seguida. Não demorou muito, comecei a conversar. E, aos poucos, foi chegando mais gente.

Houve um probleminha entre o pessoal da sala e os fiscais. Chamaram duas vezes os supervisores para esclarecer algumas coisinhas. Eram taantos fricotes: não podia cantar, falar, ficar de pé, encostar na janela, usar relógios e muito menos ler. Só faltava virar estátua e robô em frente de tantas proibições. Pelos menos liberaram a leitura da Bíblia e dos livros que alguns levaram.

Qualquer um sabe que é difícil conter a conversa quando há um aglomerado significativo. Na sala não foi diferente: os fiscais ficavam pedindo silêncio quase o tempo todo, mas o povo não se calava por muito tempo. Também não vou omitir que não comentei sobre a lição da ES... ainda cantei alguns hinos conhecidos da igreja junto com os que estavam fazendo isso, e também oramos e lemos o Salmo 46. Bem, isso tudo nas duas primeiras horas... Obviamente não faltou impaciência, risadas, olhares, ordens para reduzir o volume de voz, etc. Foi tudo tão monótono... além disso, bateu desânimo no pessoal certos instantes, mas lá estávamos firmes e fortes.

Na sala em que fiz a prova havia gente conhecida: Nestor, Rafael, Rebeka, Poli, Raísa, Paulo André, Priscila F., Priscila L., Milla, Bete e Nicolle. E, claro, conheci outras caras novas, né? Siim, quase ia esquecendo de falar: eu e Poli levamos o livro "Tempo de Esperança", escrito por Mark Finley, e damos um para cada fiscal lá da sala. Na dedicatória copiei a passagem de Números 6:24-26; Poli, um trecho do Salmo 46. Ambos os receptores da literatura ficaram felizes.

Em suma, ficamos 6h trancados na sala, fazendo "nada". Sair? só ao banheiro, e companhado do fiscal. Enquanto isso, fiquei escrevendo mais ou menos o que está escrito neste post numa folha de fichário. Claaro, tinham também os "olhudos do relógio" pra verificar a hora. Um pouco antes do pôr-do-sol, cantamos algumas músicas, oramos, e finalmente fizemos a prova, das 17h30 até as 22h. Ufa... esse dia foi cheio!
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Fui! chau :*

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