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Bom sábado e final de semana para todos, *-*
Fui! chau :*

Há muitas explicações para o 1º de abril ter se transformado no Dia das Mentiras ou Dia dos Bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1º de abril.Entre mentir e machucar alguém, é mais preferível ser sincera. Viver de enganos e enganar não é um bom negócio. Cedo ou tarde, vai acabar pagando pela língua. E, claro e obviamente, uma mentira puxa outra. É mais megócio falar a verdade e manter a integridade.
Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1º de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1º de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.
No Brasil, o 1º de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou "A Mentira", um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. "A Mentira" saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.
[Fonte: Wikipedia, texto fragmentado]
“Poucos meios há mais eficientes para fixar Suas palavras na memória do que repeti-las em cânticos. E tal canto tem maravilhoso poder. Tem poder para subjugar as naturezas rudes e incultas; poder para suscitar pensamentos e despertar simpatia, para promover a harmonia de ação e banir a tristeza e os maus pressentimentos, os quais destroem o ânimo e debilitam o esforço. É um dos meios mais eficazes para impressionar o coração com as verdades espirituais.”Sucesso efêmero, falta de bom senso, escolhas imprudentes do que ouvir. Esses e outros fatores são características típicas das músicas tocadas em cada esquina. Há os que ainda sabem reproduzir as coreografias, quando existem, mas repudiam a “sensação do momento” aos poucos. São essas aquela espécie de melodia que, na verdade, seria mais bem enquadrada e classificada como poluição sonora.
“Quando empregada para fins bons, a música é uma bênção; mas é muitas vezes usada como um dos mais atrativos instrumentos de Satanás para enredar almas. Quando mal empregada, leva os mão consagrados ao orgulho, à vaidade, à estultícia. Quando se lhe permite tomar o lugar da devoção e da prece, é uma terrível maldição.”