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Friday, May 14, 2010

Um dia de Esperança.

Amanhã, 15 de maio, é o dia de 8 países da América do Sul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Equador, Peru e Bolívia) impactarem casas da Divisão Sul-Americana com mais de 2 milhões de revistas e panfletos falando sobre o dia de descanso, o Sábado. Em 2008, houve outro Impacto Esperança (com o título Viva com Esperança), cujo objetivo foi enfatizar o breve retorno de Jesus. Agora, em 2010, Um dia de Esperança estará enfatizando o Sábado como o dia separado, abençoado e santificado por Deus. Na Bíblia, podemos ver vários fatos em que o Sábado foi observado. Hoje, esse mesmo dia é ainda guardado como memorial da criação e dia de descanso mental e físico. Há quem diga que adorar ao Senhor em qualquer outro dia da semana não faz nenhuma diferença, mas as Sagradas Escrituras falam qual é o dia em que devemos comungar mais aprofundadamente com Ele.

Vou citar alguns versos bíblicos para você ler (caso queira conferir): Gênesis 2:2 e 3, Êxodo 20:8-11, Êxodo 23:12 e Marcos 2:27.

[Site oficial]
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Bom sábado e final de semana para todos.
Fui! chau :*

Friday, May 7, 2010

Razões pelas quais não sou rubro-negra.

Anteontem, dia 5 de maio, o Sport conquistou o pentacampeonato no Campeonato Pernambucano. Enfrentou o Náutico, que perdeu a partida por 1x0. Imagine como deve ter sido a comemoração: a cidade foi totalmente tomada pelas cores do time. As buzinas faziam barulho incessantemente com o grito de guerra; quem tinha a camisa estocada no guardarroupa, vestiu com "muito orgulho".

Bem, não quero falar sobre o prêmio, mas sim do time. Ultimamente, muitos conhecidos meus vêm me perguntando por que não torço pro "melhor time de futebol do Nordeste". Confesso que ficava meio perdida pra responder de imediato... Com o tempo, fui juntando as peças do quebra-cabeça, e resolvi mostrar aqui alguns motivos pra me esclarecer de uma vez por todas. (Ps.: só peço que não me xinguem, porque meu ponto de vista é esse e PRIU.)

1. Faço questão de ser da "turma do contra". A maioria esmagadora dos moradores da cidade (literalmente falando) são torcedores do Sport. Automaticamente, tiram muito sarro dos torcedores de outros times locais (e não aliviam de jeito nenhum). Pra variar, ainda fazem questão de cantar vitória dos times adversários antes mesmo das partidas acontecerem (pelo menos as pessoas as quais conheço e são torcedores desse time). Sinceramente, pra mim isso é orgulho de R$1,99! E tem mais: faço questão de dizer que SOU TORCEDORA DO CONJUNTO UNIVERSO (times a nível de Brasil) EXCLUSÃO SPORT (que os entendedores de matemática expliquem minha linguagem aos leigos! [yn] ).

2. Futebol é igual à política: "gosto não se discute". É muito comum ver nos jornais mortes de pessoas por causa de discussões fúteis a respeito do time que torciam. Esse mundo em que vivemos é cheio, até o talo, de politicagem. Certas vezes, até chega a ser uma ordem obrigatória disfarçada. É ANTIÉTICO (e intensifique o termo!) impor os outros a fazerem as mesmas coisas que você faz. Se uma pessoa tem liberdade para fazer o que quer, por que não ter também o poder de escolher o time que quer torcer?

3. Torcida. Quem é torcedor de um time de nome tende a ser intolerante. Há ressalvas, mas são casos isolados. Sem contar que também existem as torcidas organizadas... aqueelas que armam a "torre de Babel" na arquibancada quando o jogo acaba, e quando o time perde. Voltando um pouquinho no tópico, quem é torcedor fanático fala com o peito pra fora que tem 39 títulos e é pentacampeão. Olhe, acho melhor essa galerinha reaprender a ser mais humilde.

4. Assistir ao jogo é perda de tempo. Isso! Cada jogo é sinônimo de 2 horas a menos do precioso tempo. Existe coisa mais ridícula do que ficar inerte em frente à TV vendo 22 homens correndo atrás de uma bola? Bem que se deveria aproveitar esse mesmo tempo pra ler algum livro, filosofar, escutar música, reciclar a mente... é MUITO mais produtivo. Em suma, a própria pessoa sai perdendo mais tarde.

5. Não sou muito fã de futebol. É puro papo de papagaio. Ou melhor, conversa fiada. Aparecem comentários como: "O último gol foi liindo, mô véi! Foi Fulano quem fez... vibrei taanto!", "Quaase que a gente perdia o jogo. Graças a Cicrano, a gente tem outra chance...", "Vou perturbar hoje que só o caramba com Mariazinha... neem queriia." e "Yes! Beltrano tá me devendo R$x da aposta que fiz com ele! Não disse que meu time ia ganhar? RUUM!". Conversas bastante fortalecedoras de cultura, né? Lógico e óbvio que não. Esses tipos de coisas me dão mais raiva ainda. Como às vezes falo o que penso sem medir consequências, que seja apenas para a coisa certa - não pra falar de algo que não traz valores morais.

6. Torcer por um time não dá dinheiro no bolso. Todo mundo sabe que a gente é quem paga no final das contas. O jogador não faz nada mais, nada menos do que o trabalho dele. Além do mais, não lhe interessa saber se a gente existe. Se ser torcedora desse grana pro meu bolso, que está furado há muuito tempo, com certeza procuraria o que me desse mais vantagem. Mas, como isso NUNCA existiu NEM existirá, prefiro continuar na neutralidade.

7. Não gosto de picuinhas. Não há coisa pior do que ter intriguinhas com um amigo que tem opiniões divergentes às suas. Pode até ser uma coisa mínima, no tamanho de um grão de areia, mas no fundo acaba deixando marcas. Aumentando a bola de neve, é mais capaz desse amigo tornar-se um dos piores inimigos. Se com uma pessoa próxima isso é possível de acontecer, imagine com quem você nunca viu... a briga fica mais feia ainda. Só por questão de me preservar ilesa, prefiro nem entrar na jogada. Do jeito que sou inconveniente em certos momentos, a melhor coisa é ficar calada e quieta.

8. Trauma de infância. Essa certamente é a pior de todas. Quando mais nova, já apanhei muito de uma amiga só porque dizia que torcia pro time adversário. A princípio, dizia por mera brincadeira, mas depois fui levando a sério. Internalizei de forma tal que hoje me sinto torturada quando exaltam o Sport. Como se não bastasse, tenho na família gente que torce de forma doentia pro time, o que agrava ainda mais a situação pro lado do time rubro-negro. Respeito quem torce, desde que também respeite minha opção de torcer pro time que eu quiser, do lugar que eu quiser.

O texto é enorme, mas espero ter explicado di-rei-ti-nho. Se não entendeu o que quis dizer, POR GENTILEZA, leia tudiinho de novo, ok? ;)
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Fui! chau :*

Friday, April 16, 2010

Fiquei constrangida.

Esta semana, como é costumeira alguns dias, fui ao restaurante self-service vegetariano. Como apareço frequentemente por lá, todos os funcionários me conhecem (pelo menos, de vista). No horário em que apareço para almoçar, geralmente tem muita gente. Com isso, raríssimas vezes consigo almoçar na mesma mesa que as pessoas as quais acompanho. Nesse dia não foi diferente, almocei numa mesa separada. Até aí, tudo bem. Pedir licença, perguntar se tem alguém sentado/a nas cadeiras vazias e dar boa tarde. Se estiver livre, sentar e depois orar brevemente e comer; se ocupado, procurar outra mesa.

Depois de feito o prato, fui procurar uma mesa para comer. De primeira, consegui me sentar. Fui ingerindo a comida tranquilamente... de repente, aparecem dois indivíduos, e abraçam a pessoa que estava sentada na mesa comigo. O jeito foi bastante suspeitoso (confesso). Pra variar, saíram de perto dessa pessoa como se nada tivesse acontecido. Muita falta de vergonha na cara pro meu gosto! B/

Sinceramente, fiquei com uma vontade daquelas de perguntar a essa pessoa se havia algum esconderijo para eu me esconder. Foi pelo simples fato de ter visto o que realmente não queria. Obviamente não o fiz pra não ter bate-boca na hora do rango, ainda mais com uma pessoa que NUNCA vi na minha vida. Além disso, não sou tão cara-de-pau pra chegar ao ponto de falar o que der na teia. Tipo, esse indivíduo deveria se tocar que estava almoçando em ambiente público, e deveria ter bom senso para com as ações (e é exatamente isso que eu vi que não tem)... Com isso, só me fez lembrar de um fato que postei aqui anteriormente. Esse tipo de coisa me deixa cada vez mais estarrecida.

Vou confessar uma coisa: o mundo está cada vez mais invertendo os valores e impondo normalidade a algo que, na verdade, não é, não foi e NUNCA será.
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Bom sábado e final de semana para todos.
Fui! chau :*

Friday, April 9, 2010

Parábola do lápis.

Achei este vídeo abaixo beem interessante. Daqui a gente pode tirar conclusões significativas pro resto da vida.
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Bom sábado para todos, *-*
Fui! chau :*

Thursday, April 8, 2010

Olhar as estrelas.

Ontem eu quis ter um encontro com algumas estrelas. Aqueles pontinhos brancos iluminantes espalhados em meio ao céu escuro me fascinam. Coisa mais linda dessa natureza não existe nas horas da noite. "Perder" alguns minutos do fim do dia para comtemplar é, para mim, algo confortante. Não sei se é por isso que dizem que vivo com a cabeça no espaço; o fato é que apenas sinto-me melhor ao me desligar por um tempo das coisas que me estressam. Esvaziar a mente é essencial para retomar as obrigações com calma. Isso tudo é verdade dentro da minha realidade; ser muito wide open (escancarado) é desgastante e altamente perigoso. A parte boa é que a opinião própria fica em evidência. Aquelas poucas e humildes estrelinhas piscando lá no alto me fazem reciclar os pensamentos. Sei que estão a mais de 2 anos-luz dos meus pequeninos olhos, mas ali vejo coragem para enfrentar tudo e não deixar que os atropelos da vida apaguem a luz que há acesa dentro de mim. Em relação ao universo, sou menor que uma partícula subatômica em movimento num planeta de dimensões desprezíveis, contudo esse infinito ainda tem muito o que me ensinar. As estrelas brilham o tempo todo, mesmo sem poder vê-las em todo instante. Elas existem para alegrar ainda mais o tom escuro do céu. Pena que nem sempre consigo comtemplá-las da janela da minha residência, no meu silêncio, na minha reflexão do dia. Quando lembro-me delas, algumas vezes percebo que não estão ao meu alcance quando olho pro horizonte. Aquele brilho especial é único. Ontem não vi, mas hoje que ver esse espetáculo. *-*
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Fui! chau :*

Friday, April 2, 2010

Feriadão.

É Páscoa. Quem trabalha e quem estuda ficam em casa, dando-se o luxo de ter mais uma folguinha. TV ligada, PC quase 24h sintonizada na internet, músicas uma atrás da outra e sem parar, assaltos constantes à geladeira, chocolates à vontade (pra quem comprou ovos ou algo que seja achocolatado)... a cama e o sofá não têm tanto sossego assim, e assim vai. O que realmente me impressiona é a amnésia de grande parte das pessoas por aí de relembrar uma coisa bem mais significativa do que comer 1001 tipos diferentes de chocolate e se reunir com a família num lugar afastado da cidade grande: o sacrifício de Cristo. Quando se fala em Páscoa, o que vem à nossa mente? Obviamente, um coelhinho comendo cenoura e toneladas de ovos nos supermercados. Bom, até concordo quando se diz que o marketing influencia nisso também, mas eu preferiria particularmente que a semana santa fosse um tempo separado para refletir no real sentido da coisa. O derramamento do Seu sangue na cruz hoje nos concede uma nova chance a cada novo dia que nasce, e assim temos mais evidências para termos certeza de que Ele sempre está ao nosso lado conduzindo o desenrolar da história. Cada dia a mais que vivemos é mais uma dádiva dEle pra todos nós. Sua misericórdia é tanta que a nós basta olhar para a cruz e aceitar o Seu sacrifício. Não estou querendo dizer que é para deixar de comemorar a Páscoa como sempre o fez, quero apenas lembra-lhe que o real significado da Páscoa consiste em permitir o seu renascimento a partir da aceitação do preço que Cristo pagou para termos o direito de estarmos com Ele nas mansões celestiais, onde viveremos para sempre.
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Bom sábado e final de semana para todos, *-*
Fui! chau :*

Thursday, April 1, 2010

1º de abril.

Hoje é vulgarmente conhecido como o dia da mentira. Eu, particularmente, não acho interessante comemorar esta data. Motivos? espero que apenas esse seja o suficiente para responder: odeio mentira. Aliás, quem gosta de mentiras? Ser enganado, até mesmo por meio de brincadeiras, é uma situação chata... além do mais, vem à mente o ditado de que toda brincadeirinha tem um fundo de verdade.

Bom, já que tem o que se comemorar hoje... que tal saber a origem?
Há muitas explicações para o 1º de abril ter se transformado no Dia das Mentiras ou Dia dos Bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1º de abril.

Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1º de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1º de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.

No Brasil, o 1º de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou "A Mentira", um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. "A Mentira" saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.
[Fonte: Wikipedia, texto fragmentado]
Entre mentir e machucar alguém, é mais preferível ser sincera. Viver de enganos e enganar não é um bom negócio. Cedo ou tarde, vai acabar pagando pela língua. E, claro e obviamente, uma mentira puxa outra. É mais megócio falar a verdade e manter a integridade.
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Fui! chau :*

Saturday, March 27, 2010

Caráter.

Muitos de nós fingimos ter uma personalidade agradável para esconder nossas garras, mas nosso verdadeiro caráter é revelado pelo que fazemos quando achamos que ninguém está olhando. Semeie um hábito e você colhe um caráter; semeie um caráter e você colhe um destino. As pessoas nunca se esquecem daquilo que você é feito. (Kimberley Cadogan)
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Boa semana para todos, *-*
Fui! chau :*

Friday, March 26, 2010

Educação musical eficaz.

Na semana passada, os meus professores de redação onde faço pré-vestibular propuseram uma temática bem interessante: boa alimentação musical. Confesso que, logo de cara, estranhei expressões como “evitar a avitaminose da alma”, “dar a um bebê doses de Mozart na mamadeira” e “boa nutrição do espírito”. Apesar disso, gostei bastante do texto-base, que falava da novela de Bizet. Não estava muito empolgada para escrever algo, mas me esforcei... e consegui. Só consegui abrir um pouco mais as ideias quando li trechos do livro "Mensagem aos Jovens", escrito por Ellen G. White. Hesitei um pouco por ter achado que fugira do tema, mas o resultado foi além do que eu esperava. A seguir, estão os fragmentos do livro e a redação pronta (já corrigida pelos professores – os erro foram apenas na concordância de um verbo e ausência de uma única vírgula).
“Poucos meios há mais eficientes para fixar Suas palavras na memória do que repeti-las em cânticos. E tal canto tem maravilhoso poder. Tem poder para subjugar as naturezas rudes e incultas; poder para suscitar pensamentos e despertar simpatia, para promover a harmonia de ação e banir a tristeza e os maus pressentimentos, os quais destroem o ânimo e debilitam o esforço. É um dos meios mais eficazes para impressionar o coração com as verdades espirituais.”

“Quando empregada para fins bons, a música é uma bênção; mas é muitas vezes usada como um dos mais atrativos instrumentos de Satanás para enredar almas. Quando mal empregada, leva os mão consagrados ao orgulho, à vaidade, à estultícia. Quando se lhe permite tomar o lugar da devoção e da prece, é uma terrível maldição.”
Sucesso efêmero, falta de bom senso, escolhas imprudentes do que ouvir. Esses e outros fatores são características típicas das músicas tocadas em cada esquina. Há os que ainda sabem reproduzir as coreografias, quando existem, mas repudiam a “sensação do momento” aos poucos. São essas aquela espécie de melodia que, na verdade, seria mais bem enquadrada e classificada como poluição sonora.

O desenvolvimento do gosto pela harmonia começa antes mesmo de nascer, ainda dentro da barriga da mãe. Isto implica diretamente a formação do caráter, pois reflete o modo de pensar e agir de cada indivíduo. Se educado devidamente e com músicas de boa qualidade, terá um espírito saudável e bem nutrido. Consequentemente, o acervo intelectual será grande e rico em diversidade de estilos musicais.

Ocorre na sociedade uma gradativa e lenta inversão de valores em vários aspectos. Com a melodia cantada não é diferente. Na maioria das vezes é mais fácil escutar os últimos lançamentos a optar por gêneros refinados que sejam perenes. Importa ser aberto ao conhecimento das categorias, porém precisa-se de uma visão crítica clara e bem firme. Para tanto, a forma de ter sido instruído musicalmente faz muita diferença.

A melodia ideal é aquela capaz de relaxar, acalmar, fazer o ouvinte sentir-se bem. Selecioná-la sabiamente é essencial para alimentar a alma de forma correta, evitando assim até o despertar de sentimentos indesejados. Degustar o que realmente interessa para obter a consciência sã é um excelente passo na formação de bons cidadãos.

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Bom sábado e final de semana para todos. :D
Fui! chau :*

Monday, March 22, 2010

Liberdade.

Por mais que queira ter, sempre estará mais longe do que se pode imaginar. É algo utópico (ops! fora da realidade de mundo em que vivemos). Na verdade, todos nós somos eternamente condenados a almejar a liberdade sem ao menos senti-la uma vez na vida. As coisas do dia-a-dia nos prendem a circunstâncias que, percebendo bem, não são eternas (pelo menos enquanto durar). Ser livre, ao meu ver, consiste em seguir a voz do coração com sabedoria, e assim andar em busca de se libertar das coisas que sufocam a vontade de viver. Nada melhor do que jogar fora a pedrinha do sapato. :)
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Fui! chau :*