Este ano, como todo mundo sabe, está sendo realizada na África do Sul. É bastante notável a felicidade dos anfitriões, por ser a primeira vez em que um país africano sedia uma Copa. Não tem como negar também as diferenças gritantes entre as paisagens do país, mas o orgulho fala ainda mais alto.É de se esperar, nessa época, um certo orgulho interno nos países participantes do campeonato. Aqui, no Brasil, não é diferente. Ruas e pessoas caracterizam-se com as cores da bandeira. Quem pode, também se dá o luxo de comprar o uniforme - ou mesmo parecido - com o dos atletas. Gasta boladas de reais pra enfeitar até onde é permitido. Pra variar, o sentimento nacionalista dura até o último jogo (caso não seja campeão). Essa cena se repete em qualquer lugar do Brasil e do mundo, e a cada 4 anos.
De certa forma, com a chegada da bateria de jogos, se cria grande expectativa dos times. Nã é difícil ver por aí pessoas cruzando os dedos, gritando no estádio ou em frente a um telão como um louco, tomando algumas (só quem bebe, claro...), dando palpites de placar, entre outros. O que isso afeta, na realidade, é a forma como as pessoas no geral veem o mundo. Esquecem-se dos próprios problemas para torcer por um time em que 22 homens correm atrás de uma bola para fazer gols. Tamanha perda de tempo ficar durante duas horas, inerte na frente da TV, assistindo ao jogo.
Olha, entreter-se é bom, mas viver em função não é nenhum negócio. Enquanto isso, os jogadores não se importam se existo ou não e estão fazendo nada além do trabalho deles. Estão, de certa forma, com a vida feita; eu, aqui escrevendo este post em frente à tela de um computador. Ainda estou me esforçando pra ser alguém na vida e ter uma profissão digna. Bom, pelo menos faço uma coisa: enquanto o Brasil estiver sendo representado na Copa, estarei torcendo - mas não como brasileira fanática. :)
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Fui! chau :*
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