Esta semana me deparei com um vídeo bastante curioso, em que faz uma sátira às avessas da cultura machista no mundo. De certa forma nos obriga a rever conceitos, e a descolonizar o pensamento sobre a questão do gênero muito marcante em nossa sociedade. Dirigido por Eléonore Pourriat; áudio em francês, legendado em português. Vale muito a pena ver, recomendo.
A sacada da curta-metragem é fazer os homens entenderem o que as mulheres sofrem devido a uma cultura de repressão de gênero a que é "obrigada" a aturar há séculos. É claro que, através de vídeos como este, não haverá conscientização, mas vale ao menos a tentativa de se colocar no lugar do outro, sendo ele participante de uma minoria. A temática em si é chocante, e infelizmente estamos mais do que acostumados com a inércia, e simultaneamente somos influenciados a seguir padrões impostos pelo meio.
Dizem que o século XXI é da mulher, mas nos pormenores ainda temos certo ranço de machismo impregnado em nossa formação individual, e continuamos lutando contra o "lado Hitler" que carregamos desde sempre. Em um tempo em que se prega o respeito às diferenças e a convivência com elas, é mais do que difícil desconstruir uma ideologia pregada há bastante tempo e que foi passada ao longo das gerações. Nesse caso, o esforço precisa ser mais do que redobrado. Cutucar a cabeça com indagações sempre irrita, o lado bom é a saída da zona de conforto, e é justamente isso o que torna esse vídeo excepcional.
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Fui! chau :*
A sacada da curta-metragem é fazer os homens entenderem o que as mulheres sofrem devido a uma cultura de repressão de gênero a que é "obrigada" a aturar há séculos. É claro que, através de vídeos como este, não haverá conscientização, mas vale ao menos a tentativa de se colocar no lugar do outro, sendo ele participante de uma minoria. A temática em si é chocante, e infelizmente estamos mais do que acostumados com a inércia, e simultaneamente somos influenciados a seguir padrões impostos pelo meio.
Dizem que o século XXI é da mulher, mas nos pormenores ainda temos certo ranço de machismo impregnado em nossa formação individual, e continuamos lutando contra o "lado Hitler" que carregamos desde sempre. Em um tempo em que se prega o respeito às diferenças e a convivência com elas, é mais do que difícil desconstruir uma ideologia pregada há bastante tempo e que foi passada ao longo das gerações. Nesse caso, o esforço precisa ser mais do que redobrado. Cutucar a cabeça com indagações sempre irrita, o lado bom é a saída da zona de conforto, e é justamente isso o que torna esse vídeo excepcional.
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