Hoje resolvi vomitar mais algumas palavras, de novo. Posso até estar fazendo isso no lugar errado, mas é o que tenho pra hoje. Até estou achando estranho que tudo parece calmo no meu cotidiano... às vezes nem acredito que é fato real. Claro, tive de me adaptar a algumas situações chatas para "sobreviver", e quase que miraculosamente a poeira baixou. No entanto, vem aquele medo de passar pelas mesmas coisas de novo, e não sabe quando. Não, não estou naquela fase down de novo, mas é aquela sensação de estranhamento, sabe... tudo aparentemente está no lugar, e você meio que não está acostumado de estar usufruindo isso por um tempo relativamente maior, e percebe que isso tudo não passa de uma forma diplomática de lidar com a vida cotidiana...
Faz alguns meses que tenho enfrentado de forma mais bruta e grave um problema que tenho tido há alguns anos, mas que nunca dei a devida atenção por achar que é normal e a qualquer momento seria resolvido com o tempo. E quem disse que melhorou? A digestão do problema tem me deixado nauseada há um bom tempo, e não sei como me livrar disso. De quebra, vem junto a sensação de vergonha e culpa por coisas tão ínfimas. O mais engraçado é que sempre acho que estou incomodando os outros, e acabo me recolhendo num cantinho onde sei que não vou ser incomodada. Resultado? Aos poucos vou caminhando em sentido contrário ao que é comum de um ser humano: convivência.
Não vou esconder, não sou muito boa em expressar com palavras o que penso, e costumeiramente meu modo de agir é lido de formas das mais diversas possíveis pelos outros. Como vejo que a maioria pouco se importa de forma genuína, pra mim é mais conveniente me afastar, e só me abrir com quem sei que realmente posso confiar. Parece meio infantil, mas é a forma como tento lidar com isso. Incomoda demais, machuca, dói, me destroça, mas tenho de enfrentar. Só sei o que tenho de fazer, não o resultado disso tudo. Espero dias melhores, mas não sei se vou enxergar suas cores amanhã.
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Fui! chau :*
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