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Tuesday, December 22, 2009

Minha redação da UFPE.

(é carta argumentativa, ok?)

Recife, 28 de novembro de 2009.

Prezado Editor,
o objetivo deste é parabenizar o texto sobre o muro de Berlim e, simultaneamente, contestar a carta redigida por um dos leitores deste jornal. Concordo que o monumento era sinônimo de desigualdade, desprezo e desumanização. Embora a realidade de nosso cotidiano não seja assim como gostaríamos, é importante ressaltar o significado de sua queda.

De fato, nunca houve em nosso país muros construídos com tijolos e cimento para dividir a nação por questões políticas. Mesmo assim, eles existem de forma invisível. Por incrível que pareça, também estamos inseridos nesse meio. Creio no nosso dever, como cidadãos, de aniquilar tudo que atrapalhe o nosso convívio com os outros - inclusive os desfavorecidos.

Ao meu ver, o ocorrido há vinte anos ainda não foi entendido. Obviamente foi o ponto final de uma "quase-guerra"; todavia, o mundo, ao menos, aparenta não ter revisto os valores repassados à sociedade, e muito menos se sensibilizado para mudar o necessário. Ou melhor, procurar a formação de pessoas mais justas.

Em suma, não descarto as várias interpretações a respeito deste assunto. O fato o qual comemoramos contém muitas verdades para nos ensinar para um amanhã bem melhor. Confesso que ainda não me satisfiz com as (pequenas) mudanças feitas desde aquela época, embora tenha esperança de ser ouvida. Enquanto isso não acontecer, não devemos nos calar. O futuro depende de nós.
Atenciosamente,
R. M. S.

Tema:
"Novembro de 2009. O mundo respira aliviado e celebra vinte anos sem o muro de Berlim. O que se celebra, na verdade, não é a queda de uma parede de tijolos ou de um monumento, mas o fim de tudo o que essa parede simbolizava. Entretanto, enquanto o mundo comemora a queda do muro de Berlim, também lamenta a existência e o surgimento de novos “muros” no mundo contemporâneo: os de tijolos, como os construídos por Israel, na Cisjordânia, ou pelos Estados Unidos, na fronteira com o México; e, ainda, os “muros simbólicos e invisíveis”, não feitos de tijolos, mas tão cruéis e desumanos quanto aqueles outros, porque erigidos com a mesma finalidade: separar, segregar, discriminar, e impedir a convivência e a tolerância frente às diferenças entre povos e nações."

Das duas propostas, desenvolvi a que era para me posicionar a favor ou contra um suposto leitor que apresentou a ideia de que “no Brasil, nem houve nem há muros que segreguem ou discriminem as pessoas” em forma de carta argumentativa. No meu caso, fui contra a opinião dele, explicando os motivos para tanto.
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Fui! chau :*

Thursday, December 17, 2009

Minha redação da UPE.

Tema: Ser capaz e ser feliz depende de cada um de nós

Procura da felicidade
Ser feliz... quem não gostaria? Vivemos em constante oscilação, porém isso não nos impede de “sacudir a poeira” em meio às dificuldades. A capacidade de superá-las é um grande avanço.

Sendo realista, o sonho de ter uma vida tranqüila num mundo como o nosso é praticamente uma utopia. É inevitável conter todos os problemas. Há os que conseguem amenizar o impacto, todavia nunca estaremos totalmente imunes disso enquanto respirarmos.

Há tempo para tudo. Por que existe o chorar e o sorrir? Simples, para expressarmos o que se passa no coração em certos momentos. Não só chorar e sorrir, como também abraçar, olhar, etc. São tantas as formas de demonstrar... a razão para tudo isso é, muitas vezes, a procura do bem-estar tanto interior quanto exterior.

Como diz um dito popular, nem tudo na vida é um mar de rosas. O diferencial é a forma a qual enxergamos as coisas e nos prontificamos para enfrentar. O mais importante de tudo é, na verdade, percebermos os benefícios proporcionados - mesmo quando aquilo não nos faria bem no cotidiano e na vida pessoal.

Reservar um pouco do tempo para si indubitavelmente é importante. O equilíbrio da mente é fundamental tanto para o corpo quanto ao meio social em que estamos inseridos. Curtir o bom do viver a nós oferecido de forma sensata é a chave do sucesso. Mas as buscas das respostas aos nossos questionamentos não podem - nem devem - parar nunca. Só seremos feliz de fato quando conseguirmos entender a nós mesmos.

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Copiei no meu CCI, pena que não foi corrigida, :~
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Fui! chau :*

Friday, December 11, 2009

5 de dezembro de 2009.

Acordei como qualquer outro dia: minha mãe me chamando, com um copo d'água na mão. Mas esse dia foi duplamente diferente: não fui à igreja, e era primeiro dia de prova do ENEM. "Aff, o bendito dia chegou! ¬¬", pensei.

Depois de algumas horas, cheguei ao local de prova, antes mesmo dos portões serem abertos. Um pouco antes de entrar na sala na qual faria a prova, encontrei algumas pessoas conhecidas. Além disso, ainda dei uma olhadinha rápida nums papéis afixados na coluna do prédio, onde estava a lista com os nomes das pessoas e em qual andar e sala fariam o exame. Entrando no elevador, mais pareceu que bebi água de chocalho "pra quebrar o gelo". Só sei que depois ri de mim mesma (ué, por que não? rsrsrs).

Ao entrar na sala, havia três pessoas (tirando os fiscais). Depois de entregar a ficha sócio-econômica e mostrar a documentação necessária, não pude mais sair da sala. Só dei uma olhada rápida pela janela, e sentei-me logo em seguida. Não demorou muito, comecei a conversar. E, aos poucos, foi chegando mais gente.

Houve um probleminha entre o pessoal da sala e os fiscais. Chamaram duas vezes os supervisores para esclarecer algumas coisinhas. Eram taantos fricotes: não podia cantar, falar, ficar de pé, encostar na janela, usar relógios e muito menos ler. Só faltava virar estátua e robô em frente de tantas proibições. Pelos menos liberaram a leitura da Bíblia e dos livros que alguns levaram.

Qualquer um sabe que é difícil conter a conversa quando há um aglomerado significativo. Na sala não foi diferente: os fiscais ficavam pedindo silêncio quase o tempo todo, mas o povo não se calava por muito tempo. Também não vou omitir que não comentei sobre a lição da ES... ainda cantei alguns hinos conhecidos da igreja junto com os que estavam fazendo isso, e também oramos e lemos o Salmo 46. Bem, isso tudo nas duas primeiras horas... Obviamente não faltou impaciência, risadas, olhares, ordens para reduzir o volume de voz, etc. Foi tudo tão monótono... além disso, bateu desânimo no pessoal certos instantes, mas lá estávamos firmes e fortes.

Na sala em que fiz a prova havia gente conhecida: Nestor, Rafael, Rebeka, Poli, Raísa, Paulo André, Priscila F., Priscila L., Milla, Bete e Nicolle. E, claro, conheci outras caras novas, né? Siim, quase ia esquecendo de falar: eu e Poli levamos o livro "Tempo de Esperança", escrito por Mark Finley, e damos um para cada fiscal lá da sala. Na dedicatória copiei a passagem de Números 6:24-26; Poli, um trecho do Salmo 46. Ambos os receptores da literatura ficaram felizes.

Em suma, ficamos 6h trancados na sala, fazendo "nada". Sair? só ao banheiro, e companhado do fiscal. Enquanto isso, fiquei escrevendo mais ou menos o que está escrito neste post numa folha de fichário. Claaro, tinham também os "olhudos do relógio" pra verificar a hora. Um pouco antes do pôr-do-sol, cantamos algumas músicas, oramos, e finalmente fizemos a prova, das 17h30 até as 22h. Ufa... esse dia foi cheio!
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Fui! chau :*

Thursday, November 26, 2009

Redação da LiterArte.

Diversão e arte
Um pouco de barro para muitos é apemas chão molhado. Nas mãos do oleiro, torna-se um vaso; para um ceramista, inspiração de uma obra ilustre. Uma forma diferente e especial de retratar a vida. Sua visão em relação ao mundo é única.

Sendo realista, a arte de modelar sempre vem acompanhada do toque inigualável e especial de seu autor. Cada peça carrega consigo um pouco dos sentimentos do artista. Ele apenas espelha o que vai dentro da alma, modelando a poesia com inspiração e singeleza ímpares. Cada detalhe é feito de nobreza tal que até parece existir vida ali.

Seus olhos alegremente contemplam o que acabara de fazer. Sua singularidade é insubstituível. Não é à toa que o resultado final de tanto trabalho imressiona a quem vê. As mãos meladas de barro tocam a obra delicadamente. Sorri, pois a música antes presa dentro de si já é possível a compreensão. O mundo a sua volta fica mais lindo. Mas a criatividade não pára por aí.

Voltando ao barro, uma matéria bruta, é possível - e sempre foi - transformá-la em um objeto majestoso. Nesses momentos, a imaginação é a senhora do manejo. Não apenas usa os dedos para tridimensionalizar seus pensamentos, mas também o coração e a paixão pelo que faz. Tornar real uma idealização não é tão fácil, mas indubitavelmente é obra de arte.
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Modesta parte, acredito que coloquei o coração nas linhas, mas não estava muita inspirada na hora em que escrevi... Na classificação, fiquei em 3º lugar. Fiquei tãão pasma - e ainda estou - que quis postar aqui pra vocês lerem, *-*
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Fui! chau :*

Tuesday, November 24, 2009

Uma razão para lutar (8.

"Amigo, como vai? Tenho tanto pra falar. Já há tempo eu esperava uma hora te encontrar pra sentar e conversar. Estou cansado de lutar, não consigo caminhar. Minha vida se resume em segurança e dor pela solidão. Já caí por tantas vezes sem poder me levantar, confiei em minhas forças e errei. Toda luz que eu pensava ter se apagou e hoje posso ver quão cego eu estou. Mil perguntas me envolvem, não encontro solução; os problemas me impedem de pensar. O que faço pra saber que decisão tomar, qual a minha direção? [...]"
Acho esse trecho da música super lindo. Pra falar a verdade, me sinto nessa situação. É uma angústia enorme; tento falar tudo o que está preso dentro de mim, mas muitas vezes não consigo. As indagações dentro de mim são tantas que me perco no meio do caminho. Engraçado, quando estou indo na direção certa, é "normal" pensar que tem alguma coisa errada. Por que é sempre assim? Talvez seja algo que me atormenta há algum tempo... beem, prefiro nesse caso deixar a continuação dessa "filosofia" em OFF, :~

Ultimamente tenho tentado relaxar um pouco, mas não tenho conseguido. Sempre tem alguém que me aparece com a bendita palavra-chave vestibular (por que vim falar disso logo agora, hein? AFF ¬¬). Sinceramente, não aguento maais! Só sei que essa vida de vestibulanda, assim como de muita gente que também quer uma vaga na universidade, está mais estressante do que nunca. As dores de cabeça agora estão mais constantes que antes, não tenho mais sossego, levo reclamação se descansar/dormir um pouco mais, só posso ler e reler os livros que interessam para obter uma boa nota nas provas, e muito menos poder passar um tempinho na frente do computador mexendo no que sempre gostei de fazer - inclusive escrever aqui. Beleza, sei que é importante ter a interação dos pais com os estudos de quem vai fazer vestibular, mas tem hora que passa a ser maléfico quando a cobrança é enorme. Resultado: quem não estudou tanto se sente mais culpado que tudo quando vê que perdeu alguns minutos com algo que, na verdade, tirou um pouco a tensão (sendo franca, estou mais do que incluída nesse grupo, :x). Em meio a tudo isso, prefiro ignorar o que me faz sentir mal e seguir meu caminho, :)
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Fui! chau :*

Friday, November 20, 2009

Cesto de sentimentos.

Cheguei ao final de 13 anos de estudo sem parar. Qualquer um sabe que estudar é uma luta diária e não é nada fácil conseguir alcançar uma média boa pra passar de ano. Affêê, foi muuito difícil ontem dizer "adeus" pra tudo e todos ainda como aluna do colégio. A "bronca" é a seguinte: há 11 anos estudo no mesmo lugar. Aí, realmente foi difícil deixar de lado um pedaço da minha vida de lado, afinal cresci ali. Houve altos e baixos, amizades e inimizades, solidão e companheirismo, felicidades e tristezas, etc e talz. Inclusive, já comecei a chorar há um tempo por causa disso (ééé, sou muito emotiva! kkkkkkkk)... mas quem disse que liguei pras reclamações que levei desse meu pré-sofrimento? :D

Pois é... a partir de hoje, serei mais uma ex-aluna entre vários que já passaram por lá. Isso não me impede de passar pra matar a saudade dos de que ainda estão lá, né? Como eles me fizeram prometer que visitaria, sem dúvidas vou fazê-lo. *-*
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Acessei hoje, mais uma vez, o blog de Danillo... (aliás, acesso todos os blogs que estão na minha lista de favoritos aqui, do lado direito da minha página) gostei muuito do último post que escreveu lá (caso queira ler, clique aqui). Não conheço ele muito bem pessoalmente, mas é suuper gente fina. Bem, o que tenho a falar a respeito é que amizade só dura quando a gente sabe conservar. Defeitos todos nós temos, mas quando aprendemos a lidar com eles, passam a ser mais uma pedra a calçar a estrada quando antes era mais um obstáculo a enfrentar. Amizade, na verdade, é um dom que a gente desde sempre precisou ter, afinal ninguém consegue viver só. Graças a Deus por isso!
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Bom sábado e fds para todos.
Fui! chau :*

Friday, November 6, 2009

"Querido diário virtual {?}"

Aqui estou eu, às 8h20, em frente ao computador, escrevendo um pouco. Sei que é muuito mais útil usar esse tempo para estudar, mas estava com muuita saudade do momento egocêntrico. Mal acordei e as obrigações de hoje já estão me chamando. Antes de vir aqui escrever, tinha prometido não passar por aqui agora de manhã, mas o desejo foi mais forte. Sabe, todo mundo fica no meu pé, só falando em vestibular (tenho logo 4 provas pra fazer - ENEM, SSA, UPE e UFPE). Venhamos e convenhamos, também sou ser humano e preciso de um tempinho pra relaxar, não acha? Depois boa parte dessas mesmas pessoas vêm reclamar comigo porque desconto raiva (na verdade, é uma carga ENORME de stress) nelas. Tenho a vontade de breve estar dentro de uma universidade, isso todo mundo sabe, mas será que há outra forma de ser pré-vestibulanda e gente ao mesmo tempo? Ou... viver essa fase sem ter pressão pluridimensional? Bom, acho que é quase 100% impossível.

Siim, mudando um pouco de assunto, ontem fui premiada em 3º lugar na categoria redação na I LiterArte (feira de Literatura e Artes) do colégio. Em 2º lugar ficou o Ewerton "Tony" (1º ano B); e em 1º, houve empate entre Gabriel (2º ano A) e Ezequiel (da minha turma). Na verdade, pensei que ganharia algum prêmio na categoria música instrumental; ocorreu o contrário do esperado. Teve também as premiações de música vocal, poesia, encenações, fotografia livre, desenho e fotografia temática. Tinham algumas presenças ilustres nos assistindo também na plateia, além de parentes e amigos. A festa foi liinda, modesta parte (ocorreu no teatro da FAFIRE). Saí de lá beem tarde da noite, mas feliz.

Bom, vou parando por aqui... Queria escrever um pouco mais, embora o tempo não permita. Pelo menos, joguei fora um pouco da minha tensão, :D
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15 dias, :~
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Bom sábado e final de semana para todos.
Fui! chau :*

Tuesday, October 27, 2009

Dor de cabeça.

Uma coisa tão simples, mas incomoda tanto! Hoje acordei com uma cólica daqueelas (só sabe quem sente) e uma dor de cabeça beem forte. Mainha estava com um copo d'água na mão. Descontei a raiva nela, logo quem não tinha nada a ver com a história (que óótimo! ¬¬). Ok, pensei que essa "bendita" não iria me perturbar mais. Deixei passar. Me enganei. A intensidade começou a oscilar; ora vinha muito forte, ora ia embora. Com cada careta que fazia (porque, realmente, dor de cabeça é irritante) me perguntavam por que estava daquele jeito e se tomei remédio. Ainda não tinha tomado pelo simples fato de temer ficar sonolenta após a ingestão da droga. Não teve outra: tive de tomar. Fiquei de repouso na sala da coordenadora do fundamental 2 esperando painho chegar. Chorei muuito lá, minha cabeça estava a ponto de explodir. Pra encurtar a história, graças a Deus, está tudo bem. No momento em que escrevi este post, pra variar, a dor voltou (mas beem fraquinha)... dei uma pausa no que estava fazendo (terminando uma atividade de química valendo nota) e vim aqui escrever alguma coisa, :)

Bom, é isso aí. Faltam 25 dias, :~
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Fui! chau :*

Friday, October 23, 2009

Mascar chiclete melhora a concentração e o raciocínio (!)

As gomas aumentam as notas dos jovens nas lições de matemática

Os professores morrem de raiva deles. Os pais evitam comprar. Desrespeito, falta de educação e de higiene, normalmente, são associados ao hábito de mascar chicletes, mania que faz a cabeça da maioria dos adolescentes. Mas pesquisadores americanos acabam de descobrir ao menos um mérito nas mastigadas: segundo eles, os jovens que mascam chicletes têm um desempenho melhor em testes de matemática.

Após acompanhar um grupo de estudantes por catorze semanas, médicos da Faculdade de Medicina de Baylor, no Texas, notaram que mascar as gomas deixava os alunos mais concentrados nas atividades, melhorando o desempenho e o raciocínio deles na solução dos problemas.

O grupo foi formado por 108 estudantes, com idades entre 13 e 16 anos, e metade deles foi autorizada a mascar chicletes sem açúcar durante as aulas, a lição de casa e as provas. Em média, a turma do chiclete obteve notas 3% maiores. O número parece discreto, mas não deve ser desprezado, de acordo com os especialistas.

Outro estudo recente, envolvendo as gomas, mostrou que elas ainda diminuem as doses sangüíneas de cortisol, o hormônio do estresse. Os pesquisadores comparam dois grupos de alunos, ambos envolvidos em desafios de alta complexidade no computador. Aqueles que mascavam chiclete seguiram com a tarefa de maneira mais relaxada e obtiveram melhor rendimento.

Só não ache que as mastigadas estão liberadas e você pode fazer uso delas sem limite. O ideal, segundo o estudo é reservá-las para momentos que exigem mais concentração (e sempre preferindo as guloseimas livres de açúcar para preservar os dentes). "Movimentos repetitivos, como mascar chicletes, podem desencadear DTM ou disfunção temporomandibular", afirma o dentista Antonio Sergio Guimarães, especialista do MinhaVida. O problema causa dores de cabeça fortes e, algumas vezes, até compromete a alimentação, porque o ato de mastigar provoca um incômodo persistente.
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28 dias, :~
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Bom sábado e final de semana!
Fui! chau :*

Thursday, October 22, 2009

Adeus (bom, quaase...), :~

Foi eterno enquanto durou. O passado a partir de agora é apenas lembrança de um tempo feliz. Daqui, cada um vai tomar um rumo diferente na vida. Nunca mais ficaremos todos juntos outra vez. Estamos caminhando para a despedida definitiva, a hora de dizer "adeus" está cada vez mais perto do que nunca. Hoje resta-me apenas chorar de saudades. Aparento ser forte frente a tudo isso, mas meu interior chora muito mais que os meus olhos. Depois de tudo o que passou, só me arependo de ter deixado de amar certas pessoas como realmente mereciam. A partir de hoje, deixo pra trás 11 anos de história da minha vida no CAR. Já me sinto na galeria dos ex-alunos. O ponto final da história já está por vir. O ano ainda não acabou, eu sei, mas já consegui compreender o que Marcus me disse há quase um ano atrás. Nesse dia, o vi meio cabisbaixo. Perguntei-lhe por que estava daquele jeito. Ele me respondeu: "Ano que vem você vai entender o que estou sentindo agora. É uma coisa inexplicável." Dito e feito. É tudo misturado numa coisa só: saudade com alívio, felicidade com tristeza, e assim vai. Já sinto saudades das risadas de Maysa, das implicâncias de Wilson (carinhosamente chamado de Bonner), de todas vezes que corri até André pra resolver questões de matemática e química, dos conselhos de Stella e Pérola, das conversas inadiáveis com Pessoinha (Anne), das piadas sem graça de Pequeno (Cleyton José), do silêncio de Fê, dos desafios que Nestor me fazia, das músicas que ouvia no celular de Cleiton, das risadas do trio parada dura por qualquer coisa (Pri, Leilah e Emilly), das chatices de Victor, dos bom dias de Valmir, dos domingos que fui ao shopping comer porcarias com Gabriel, Eline, July, Sam, Paulinho, Matheus, Ítalo, Nessinha, Rayana e Pérola... em suma, de tuudo de mais engraçado e prazeroso que pude ver durante o ano de 2009 com a turma do 3º ano, apesar de não ter participado de todas as brincadeiras feitas em sala.

Pera, ainda falta mais uma parteziinha! As amizades que fiz em outras turmas (em especial as do 2º ano A e 8ª série A) estarão para sempre no meu coração. Vocês foram meus anjos (literalmente falando) quando realmente estava precisando. Amo toodos vocês. *-*

O fato é que se pudesse, viveria tudo outra vez. Falta hoje exatamente 29 dias pra criar asas pra vida, :~
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Fui! chau