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Saturday, February 13, 2010

Ferida aberta.

As coisas prometem mudar drasticamente de hoje em diante. E, como consequência, o normal jaz. Tudo por causa de um simples cisco no olho... acabou! Perdi a vontade de abrir o jogo, e menos ainda de falar como levei o dia. Sei que é essencial falar, mas simplesmente prefiro arranjar um buraco pra chorar a bater papo como se nada tivesse acontecido. Sei que preciso ser como uma criança, mas a verdade é que fica difícil manter uma coisa que não existe mais depois que o castelo desmoronou. Sei muito bem que uma criança se chateia e instantes depois volta ao normal, mas “não consegui” voltar ao normal. Tento agir como uma pessoa normal, mas o que vejo é que minhas tentativas sempre fracassam. Aí sempre vem aquele velho papo que me irrita de vez e nunca sai de moda... a mim sempre basta apenas uma gota d’água para explodir (talvez seja esse o ponto que melhor merece reparos). Aos poucos, vou deixando as coisas sem credibilidade tomarem conta de mim, mas isso não tem nada de normal. Por que será que estou valorizando tanto? Será que é porque sou sempre criticada? Bom, talvez... O que me interessa realmente é apenas uma coisa: quero ser vista como um ser humano, não como uma criancinha de 5 anos. Quantas vezes vou precisar lembrar que cresci e sou consciente do que faço? Só peço que respeite meu espaço (mesmo não aparentando ter), e assim serei imediata em também fazê-lo. Cansei de escutar coisas sem graça ao meu respeito e eu não fazer nada e muito menos ter chance de me defender. Aliás, prefiro ficar na minha para não falar besteira.  Sei que estraguei tudo, mas nunca quis que isso acontecesse. Na verdade, não quero mais falar sobre isso porque assim vou ficar mais magoada ainda com a situação. Só deixo um recado: se quer que eu escute o que fala, primeiro faça o favor de me chamar em particular pra me poupar de escutar comentários indesejados, tá? Se fizer apenas isso ao falar algo sobre mim que incomoda, agradeço do fundo do meu coração.
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Fui! chau :*

Friday, February 12, 2010

Carnaval, como sempre desde sempre.

Qualquer um sabe que é uma das festas populares mais comemoradas nos quatro cantos do Brasil. Bem, eu não curto porque não sou muito chegada e também por causa da minha religião. A única parte boa desse período é que fico junto dos meus amigos da igreja. Só que este ano desandou a possibilidade de acampar porque os desbravadores estão no campori até o dia 15 (e levou praticamente metade dos membros pro evento). Resultado: estou condenada a ficar o tempo todo em casa (que ótimo! ¬¬).

Pra variar, não dá certo estudar com barulho marcando presença. Todo mundo sabe disso. Na rua onde moro tem uma escola para pirralhos (não vou citar nomes por questão de privacidade), e todos os anos ela reúne todos os professores e alunos (sempre acompanhados dos pais). O barulho é tão forte que é capaz de acordar as pessoas que estavam dormindo (isso já aconteceu comigo uma vez...). O que me deixa intrigada é que seempre deixam a rua "cuidadosamente" enfeitada com confetti, e o barulho irritante só para um pouco antes de meio-dia (ninguém merece!). Pelo menos dá pra ver a alegria estampada no rosto das crianças.

Pra mim, o carnaval deste ano tornou-se sinônimo de pedir-para-o-tempo-passar-logo. Como assim? As razões são simples: menos tédio, menos tempo de espera para rever os colegas, mais tempo fora de casa, menos violência nas ruas, entre outros. Bom carnaval para os foliões e bom retiro para quem vai acampar. Antes de qualquer coisa, aproveitem o máximo que puderem (com responsabilidade), ok?
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Fui! chau :*

Thursday, February 11, 2010

Desconforto.

Aos poucos, vou ficando chocada com certas coisas que vejo ao ligar a TV. (Não está entendendo a "revolta"? Calma, ainda estou no início do post...) No último final de semana, por exemplo, vi um certo comercial que me deixou inquieta (é o seguinte: não vou falar qual é pra não ser injustiçada posteriormente só por causa de algumas palavras escritas). Como é carnaval, é religioso sempre baterem nessa mesma tecla. Concordo com esse tipo de mobilização, mas não do jeito que foi abordado. Tipo, acho que deveriam respeitar também as pessoas de educação conservadora em relação a isso (eu estou inclusa nesse grupo). Sei que não posso obrigar ninguém a ser como eu, mas não me sinto neem um pouco à vontade em ver e perceber que certas coisas desse gênero estão sendo mostradas pelo mundo afora como se fossem as mais normais do mundo quando na verdade não é. Seria um tipo de "inclusão"? Bom, ao meu ver parece mais uma forma de manipular as pessoas a fazerem o mesmo. E, na minha opinião, é uma falta de respeito ENORME fazer lavagem cerebral e não permitir as pessoas serem o que querem por livre e espontânea vontade.

Falei sobre isso com um mano, e essa pessoa comentou também a respeito (vou manter sigilo porque não quero expor nada nem ninguém). Concordo com o que disse, e só faltou-me falar que aumenta cada vez mais a ousadia da imbecilidade (porque pra mim isso é imbecil). Isso apenas me faz lembrar da Revolução Francesa... Acordeem! Estamos em guerra sim, de ideologias e conceitos! A cada dia que passa, vejo o mundo inverter totalmente os valores. "Liberdade, Igualdade, Fraternidade"? Que naada, velho! Isso me soa no ouvido mais como um papo furado. Não acha não que deveria ser trocada/parafraseada por Imposição, Hipnose, Desrespeito? Só sei que não estou neem um pouco feliz com isso, e acho que os profissionais de publicidade&propaganda deveriam tomar mais cuidado ao abordar certos assuntos pros consumidores em geral (e este é o meu recado para eles). Falo isso porque sei da força de voz que os jovens têm, e não posso calar a minha voz ao ver que tem alguma coisa errada. E se eu não falasse, me sentiria como uma marionete. Então, falo o que julgo sensato para me sentir mais leve. Espero nunca mais me deparar com esse tipo de coisa. Sei que será beem difícil daqui pra frente... mas sonhar não custa nada. :)
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Fui! chau :*

Tuesday, February 9, 2010

"Benvindo", :)

Hoje veio ao mundo mais um bebezinho. É o primeiro filho de uma amiga minha da igreja. Fui visitá-lo e voltei do hospital agora há pouco. Toodo neném é uma graciinha, né? Nasceu medindo 47cm e pesando aproximadamente 2,8kg. Na linguagem dos profissionais de saúde, ele é PIG (Pequeno para a Idade Gestacional). Ao olhar um ser tão pequenino como ele, a gente percebe o milagre da vida. É, uma coisa tão sublime e ao mesmo tempo tão simples... isso é dom e dádiva de Deus.

Bom, ao chegarmos lá, estavam também o bebê, a mãe e a mais nova vovó. Além delas, tinha outra mãe também, amamentando a filha que nascera. Só fiz sorrir ao entrar naquele quarto. Tirei algumas fotos, enquanto meu pai conversava com a acompanhante e minha mãe estava fazendo o procedimento necessário pra fazer o bebê amamentar porque ainda não o tinham feito. O bebê estava tão sonolento que não ajudou muuito... pelo menos ela conseguiu fazer o bebê mamar depois de taanto trabalho e esforço. "Acho que encheram a barriga dele com leite artificial ou soro pra não querer leite agora. Mas o correto era pra ele sair da sala de cirugia já apto pra amamentar", disse minha mãe. O bom é que voltamos pra casa com ar de missão cumprida e o esforço pra visita valeu a pena. :D
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Fui! chau :*

Sunday, January 31, 2010

Fim das presidérias, tuudo outra vez.

Amanhã as aulas começam. Hoje, finalmente, é o último dia o qual ainda estou no direito de reclamar da permanência obrigatória e sem opção dentro de casa. A moleza acabando, quebra brusca de script, reinício do exercício mental, conhecer gente nova, escassez de visitas à internet, vida de hospedeira dentro da minha própria casa outra vez. É, voltar a acordar (morrendo de sono) de cinco e pouca da manhã com um copo d'água pra beber, enfrentar a maratona de aulas, e ainda procurar deixar em dia tuudo que viu em sala de aula. Sucesso requer sacrifício e esforço, e o preço a pagar é bastante alto. Estando disposta, então posso ir em frente...

É óbvio que vou sentir falta do meus momentos egocêntricos que tive aqui e das horas "sem-cultura" nesses dois últimos meses, mas está chegando a hora de não vir aqui com a mesma frequência pra soltar o verbo. Bem, pelo menos é uma coisa boa. Requer renúncias, mas é pro meu bem - principalmente pro futuro. Aliás, este ano é diferente... até o ano passado o "volta às aulas" era do colégio, agora é outra realidade. Não é colégio e muito menos faculdade, é a parte intermediária entre ambos. E a pressão só aumentando pra cima de mim... AFF!

Na verdade, não é despedida... é apenas um "até breve". Ah, pelo menos foi eterno enquanto durou.
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Fui! chau :*

Wednesday, January 27, 2010

Tipos de pessoa.

Ontem, antes de dormir, escutei minha irmã lendo esse trecho do livro "Os 7 hábitos dos adolescentes altamente eficazes", de Sean Covey. Confesso que fiquei meio inquieta por dentro ao entender, nas entrelinhas, o que analisei comigo mesma a respeito. Interessante e muuito profundo. :)
"Há dois mares na Palestina. Um é vivo e cheio de peixes. Moitas verdejantes adornam suas margens. Árvores estendem seus galhos acima dele e encravam ali suas raízes para sorver as águas curativas. [...] O rio Jordão forma esse mar com a água reluzente que traz das montanhas. Então ele ri sob o sol. E os homens constroem seus lares em suas margens, os pássaros seus ninhos, e toda forma de vida é mais feliz porque ele está ali.

O rio Jordão flui ao sul para outro mar. Ali não há espalhafato de peixes, nem folhagens verdejantes, nem canto de pássaros, nem risadas de crianças. Os viajantes escolhem outra rota, a menos que tenham urgência em chegar do outro lado. O ar jaz pesado sobre suas águas e nem homem, nem fera, nem pássaro algum dele bebe.

O que faz existir tamanha diferença entre esses dois mares vizinhos? Não o rio Jordão. Este deságua a mesma boa água em ambos. Não o solo onde se formam, nem a terra que os cerca. Eis a diferença: o mar da Galileia recebe, mas não retém o Jordão. Para cada gota que entra, outra gota sai. O dar e receber prossegue em igual medida. O outro mar é egoísta, armazenando com voracidade tudo o que recebe. Não se deixa tentar por nenhum impulso de generosidade. Cada gota que recebe, ele guarda. O mar da Galileia dá e vive. Esse outro mar não dá nada, e é chamado de Morto. Há dois tipos de pessoa neste mundo. Há dois mares na Palestina."

Bom, acho que não preciso dizer mais nada, né? :)
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Fui! chau :*

Monday, January 25, 2010

Ontem.

Domingo pra mim sempre foi sinônimo de fazer nada o dia inteiro. Mas ontem... levantei de nove e pouca da manhã, e fui arrumar minha bolsa pra viajar pro interior. Não tive tempo pra comer nada antes de sair de casa (pelo simples fato de ter acordado mais tarde que os demais), só fiz beber um copo d'água. Depois de tudo já organizado, fui me encontrar com o resto da caravana e seguimos viagem. Foram duas horas de relógio sentada no banco do carro... não conseguia pensar em nada além de chegar logo ao destino e calar a voz do estômago. Também estava meio morgadiinha porque não fui junto com o resto do pessoal (no outro carro).

Ao chegarmos lá, fomos direcionados à casa de uma irmã da igreja, e lá almoçamos e trocamos de roupa. Clicks paparazzi, momento avacalhativo, garfadas/colheradas de "pudinho" (esse neologismo não foi meu!), goles de refri ou suco, comentários dignos de "LOL" (Laughing Out Loud = dar gargalhada à toa), risadas por causa de coisas e mais coisas... Claaro que o calor estava grande, mas não era taanto assim (pelo menos pra mim).

Depois de pronta, fui andando até a igreja. Era beem pertinho da casa onde almoçamos, bastava atravessar a avenida. Chegaando na igreja, passar som, tirar outras fotos, ajeitar a juba, passar protetor nos lábios, beber uns outros goles de água, e ficar sentada esperando o começo do programa. E, blá blá blá blá...

Ao término, fui junto com o pessoal arrumar as coisas pra voltar pra casa. Falei com alguns conhecidos que foram pra lá também. Foi muito bom vê-los outra vez. Na volta pra casa, mandei alguns torpedos pra uma amiga que estava no outro carro com o resto dos componentes... soube via SMS que estavam com enquetes beem hilárias lá. No fundo, queria estar bagunçando também, mas estava meio cansada... não daria muito certo. Bom, pelo menos foi prazeroso estar na companhia deles. E o melhor, ver o pôr-do-sol numa paisagem que não existe nas grandes cidades é tuudo de bom. *-*
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Fui! chau :*

Friday, January 22, 2010

Pura verdade!

Encontrei esse trecho no livro "Os 7 hábitos dos adolescentes altamente eficazes", de Sean Covey, na página 19. Achei bem interessante e copiei pra cá. Segue abaixo (PS: ler com atenção).
"Não há nada melhor do que pertencer a um grupo de amigos, e nada pior do que sentir-se excluído. Amigos são importantes, mas nunca devem se tornar seu centro. Por quê? Bem, é que, ocasionalmente, eles ficam mal com você. De vez em quando são falsos. Às vezes fazem fofoca a seu respeito pelas costas, ou fazem novos amigos e deixam você de lado. Eles têm mudanças de humor. São pessoas volúveis.

Além disso, se você basear sua identidade em ter amigos, em ser aceito e em se tornar popular em meio à turma, isso poderá comprometer seus valores e obrigá-lo a mudá-los a cada final de semana, para agradar aos outros.

Acredite ou não, chegará um dia em que os amigos não serão a coisa mais importante de sua vida. [...]"
Hmm, agora deu pra entender melhor o que uma amiga minha me falava taanto... nossa, preciso melhorar bastaante nesse ponto. (paráfrase? estou quase acreditando que S-I-M.) :~
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Fui! chau :*

Thursday, January 21, 2010

Visita.

Hoje fui com minha mãe ver uma amiga no hospital. A princípio, quis acompanhá-la só para ficar fora de casa por alguns minutos. Anteontem soubemos que tinha se internado novamente porque o transplante que fizera pra tentar curar a leucemia não houve sucesso. As taxas de leucócitos, plaquetas e outras mais relacionadas à defesa do organismo estavam bastante baixas. Na viagem rumo ao hospital, fui encubida de escrever algumas palavras para ela num cartão. Por mais que pensasse, não conseguia passar nada pro pequeno pedaço de papel que estava na minha frente. Claro, o cenário não era tão apropriado assim pra encontrar palavras de conforto.

Ao chegarmos no quarto onde estava, a vimos com uma touca na cabeça (porque está fazendo quimioterapia, e isso faz com que os fios de cabelo caiam). Eu, pelo menos, percebi um olhar mais fundo, sombrio... era mais um olhar querendo dizer "quero voltar pra casa, mas não posso...". Ao ela ver as visitas (eu e minha mãe), abriu um largo sorriso. Fiquei feliz também, pois até então estava com muitas saudades dela, e também nunca a tinha visto daquele jeito... Não quis entrar para não chorar na frente dela. Aliás, ainda não tinha terminado de escrever alguma coisa para ela - era minha desculpa para não ficar ali. Deixei minha mãe conversando com ela, enquanto fui fazer essa tarefa aparentemente difícil. Subi para a sala de estar, e lá fiquei por alguns minutos.

Na sala, abri a bolsa e peguei o papel e a caneta... engraçado, as palavras "sumidas" começaram a aparecer e fluir na minha mente. Fui rapidamente escrevendo... lembro-me bem que no final escrevi que no Céu não passaremos mais por isso outra vez, onde tudo será perfeito de novo, e que ela estava incluída nas orações. Assim que terminei de escrever, dirigi-me ao quarto outra vez, e entreguei o cartão a ela. Como entrei no meio de uma conversa, saí rapidamente. Dali desci para a recepção, e resolvi ler o livro que levara dentro da bolsa. Claro que não foi uma leitura tão tranquila pelo simples fato de pessoas estarem passando o tempo todo pelo corredor. Bom, pelo menos estava fazendo alguma coisa...

Assim que minha mãe desceu de lá, fomos andando até o ponto de ônibus para voltar pra casa. Ela me falou que essa amiga estava internada desde o dia 3 e desde então não recebe visitas. As únicas pessoas que ela mais vê são a mãe (a acompanhante desde que fora internada) e os dois filhos. E ainda estava reclamando por estar com amigdalite e voltar novamente a ficar isolada, sozinha. Bom, pelo menos ela tem onde ficar confortável enquanto muitos não têm onde inclinar a cabeça.

Confesso que acabei concordando com a teoria de que casamentos destruídos por relacionamentos extra-conjugais quase sempre dá em danos sérios à saúde. Observando o exemplo dessa amiga já me diz que a escolha sábia do cônjuge é sinônimo de uma família bem estruturada. (Faltando alguma coisa? está!) Como se diz um provérbio popular, "nem tudo na vida é um mar de rosas"; TODA família passa por provações. O fato é que o inimigo de Deus sempre está à procura de alguém para "fazer a festa" do jeito que bem quer. Não sei o motivo dEle ter permitido que isso acontecesse na vida dela, mas tenho certeza que Ele tem um propósito. Agora resta-me orar por ela e esperar a Sua vontade espelhada na vida dela. E, claro, visitá-las mais vezes assim que puder.
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Fui! chau :*

Tuesday, January 19, 2010

Certo dia, no colégio...

Isso aconteceu ano passado numa quinta-feira, lembro-me bem. Pra mim era aula vaga e pra uma certa pessoa era aula de biologia, mas o profe estava resolvendo algumas coisas na sala da coordenadora EM. (Uma amiga nossa) me perguntou se podia chamar essa mesma pessoa pra falar comigo. Eu disse que ela podia, e fiquei aguardando na porta da sala. Ao sair...
- Aah, fica assim nãão... - me abraçou. - (uma amiga nossa) me falou que você chorou bastaante nos últimos dois dias...
- É vero. Olha, preciso te contar uma coisa... não sei se é sonho ou pesadelo, mas me deixou muuito preocupada, saabe.
- Fale...
- Acho melhor a gente sentar primeiro.
- Tá, bora.
- Eu sonhei o seguinte: ...

[... - e, enquanto relatava, essa pessoa me escutava atentamente.]
- Não se preocupe, isso nunca vai acontecer. :)
- Espero. :D


Depois desse breve diálogo, nos abraçamos... não ficamos assim por muito tempo porque estava havendo troca de professores, alguns de nossos colegas estavam nos olhando atentamente e o monitor de disciplina poderia suspender a gente caso flagrasse. Mas falar a verdade inocentemente e tirar um fardo das minhas costas me confortou taanto, *-*
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Presidérias entediantes (o próprio nome "esquisito" já diz tuudo), :~
Fui! chau :*